18.10.06

Graça, sem ela não teria graça


“As minhas orações nascem daquilo que eu não sou, mas eu espero que as tuas respostas façam de mim aquilo que eu devo ser”.

Gordon Mcdonald

“Minhas orações não mudam a Deus, elas mudam a mim”

C.S.Lewis



Funcionalismo
Praguimatismo
Utilitarismo


Essas características são muitas vezes percebidas em nossas orações e, sem dúvida, revelam aquilo que somos e como temos agido para com as coisas de Deus.

Quando buscamos a Deus simplesmente por aquilo que ele tem a nos oferecer, quando pedimos perdão pelo medo da punição, quando realizamos nossas orações que, diferente daquilo que o Senhor espera de nós, são monólogos egocêntricos, podemos nos conceber, neste momento, como utilitaristas desconhecedores da graça.

Aquele que conhece a Graça vive dela e não da Lei.
Aquele que conhece a Graça busca a Deus pela oportunidade imerecida de desenvolver uma amizade com Ele.
Aquele que conhece a Graça não suporta mais a escravidão do medo da punição. Este pede perdão, não pelo medo do castigo, mas pelo constrangimento de entristecer a Deus com seus atos.
Aquele que conhece a Graça não vê a oração como um meio, mas sim como um fim. Este se encontra com Deus e pode desfrutar da transformação que o Senhor almeja para ele.
Aquele que conhece a Graça rejeita os monólogos religiosos que muitos tanto veneram. Este não apenas fala, mas ouve a Deus falar. E tem espaço até mesmo para questionar, sem pecar.

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