5.12.10

Lançamento do livro O que eles estão falando da Igreja

Quase tudo na vida tem seu bônus e seu ônus. Morar em São Paulo não é diferente. Às vezes a gente se cansa do ônus com muita facilidade (trânsito ruim, empurra-empurra no metrô, pessoas estressadíssimas, etc.).

Mas vamos logo para o bônus, para as vantagens. Nesta sexta-feira passada (03/12), no Mackenzie, 0correu o lançamento do livro O que eles estão falando da Igreja. Obra organizada pelo professor Ricardo Quadros Gouvea, com participação de feras como Ricardo Gondim e Paulo Brabo. Eu não podia perder! E não perdi!

Cheguei bem no momento do início do debate. Na verdade, da conversa. Os autores falaram um pouco sobre a experiência de participar deste trabalho e deram algumas pistas sobre o que escreveram. Claro, sem entrar em maiores detalhes. Afinal, eles precisam vender o livro.

Depois da conversa, autógrafos e, na sequência, coquetel (tudo bem simples, salgadinhos e refri).

O Gondim estava bem pertinho do meu assento, pensei em esnobar e deixar quieto, mas não resisti, peguei sua assinatura e ainda tirei uma fotinha ao seu lado.

Tudo sem tietagem, claro! Até porque tinha tanta gente tietando por lá que não sobrava espaço pra mais babação de ovo. Obviamente, devido à projeção do seu nome, Gondim foi o mais procurado pelos presentes.

Lou, eu e o Brabo
 O que mais me agradou, contudo, foi a possibilidade de ver pessoalmente a figura do Paulo Brabo. Blogueiro, leigo (destoando por essa razão dos outros autores), agora escritor, e muito gente fina! Isso resume o cara. Com seu humor refinado, irônico, bem semelhante ao seu estilo de escrita, ele não só autografou como também conversou e pareceu se divertir ao conversar com as pessoas ali.

Outro achado foi o Lou, da Gruta. Sobre quem o Brabo ainda brincou: “Pensei que ele não existisse, cara”. Pois é, outro cara simpaticíssimo. Gente fina no último! A gente conversou bastante, falamos algumas bobagens, e nos lembramos do nosso caro amigo e comparsa Roger Brandt (Teologia Livre), que vive na Alemanha.

Aliás, aproveito a deixa pra sugerir ao Roger algo que nos passou pela ideia enquanto batíamos um papo lá no evento: gostaríamos de ler mais artigos relacionados ao comportamento, situação e tendências do movimento evangélico alemão: teologia, práxis, etc. (Manão, a gente, que é mais carente de verba e não consegue ir aí pra Alemanha, morre de curiosidade de saber as quantas andam as coisas por aí).

O livro

Um projeto contando com a participação de seis autores, de diferentes matizes do protestantismo brasileiro, um pentecostal, históricos e um desigrejado, não poderia gerar outra coisa senão reflexões argutas e inquietantes a respeito daquilo que se propuseram a discutir – neste caso, a Igreja.

E pelo pouco que li da obra, o fizeram com primor. Vale apena conferir e conduzir este livro às discussões nas escolas bíblicas dominicais, reuniões de lideranças, reuniões de estudos bíblicos e até de oração nas igrejas.

Aqueles que possuem uma boa cabeça, ainda que discordantes acerca do que foi escrito nos artigos, saberão fazer bom uso desta obra; que pode contribuir com os crentes brasileiros instigando-os a repensar seus valores, a refletir sobre os rumos tomados pelo movimento evangélico no Brasil e a orar e agir a fim de que o futuro da fé cristã em nosso país seja de fato uma benção.

7 comentários:

Roger disse...

Oi Beto,

recebo a dica.

Estou aqui com inveja tua por poder apertar as mãos destas três figuras.

Abraços,

Lou Mello disse...

Nossa lembrança do Roger naquele momento foi profética, pois enquanto falávamos dele, ele sofria a partida física do pai. Estranho né?
Sai bem na foto, quase não vejo você e o Brabo nela.

Francisco Chagas disse...

Mano, também fiquei com vontade tremenda de ir ao lançamento do livro. Mas vou deixar passar as festas de fim de ano e agendar outro dia. Minha esperança é aguardar lançamento em Fortaleza. Quanto ao Lou na foto, foi hilário. Saudades de você cara.

Humberto Ramos disse...

Roger,que bom. Sabia que você iria nos considerar.

Quanto a essas figuras, eles são todos uns maltrapilhos, assim como nós... hehe

Lou, são os seus olhos!

Francisco, não reclama não! Aposto que você sempre participa das reuniões em que o Gondim visita a igreja aí de Fortaleza.

Abraços a todos!

Jacqueline Emerich disse...

Sem tietagem? Sei...

Tudo bem, tbm tietei o João Alexandre nesse final de semana, só que aqui em Cuiabá, uma terra com poucas oportunidades desse tipo... rsrs...

Anônimo disse...

Humbertooo! Eita q faz tempo que n entro aquiii! E olha q surpresa, pq adoro o Paulo Brabo, que, na verdade, se chama Paulo Purim não é mesmo? Mas o meu interesse não é filosófico ou literário... Tenho mesmo é uma queda, quase uma depressão, por ele!:P Enfim, Vinicius me disse agora você mora nessa cidade sem mar.... Se bem que como bom mineiro...hahaha Eu é que n consigo, me dá logo uma sensação de sufocamento! Bjos! Mirela

Humberto Ramos disse...

Oi, Mirela

Poh, faz tempo mesmo que vc não visita este blog. Mas também ando tão econômico nas postagens que se você entrar de 6 em 6 meses já terá lido o conteúdo atualizado todinho... rs

Ah, o Brabo, também gosto dele! Mas só no que tange à literatura. Não tenho queda nenhuma por esse ser misterioso hehehe.

Espero que esteja bem. E como não estar, neh, vivendo sempre perto do Mar... rsrs

Fica na paz, abração!

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